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Trabalho Aramanezamento em Servidores

Quais as diferenças entre os níveis de RAID?


RAID 0
Segmentação (stripping) é um método de mapeamento de dados sobre o meio físico de um arranjo, que serve para criar um grande dispositivo de armazenamento. Os dados são subdivididos em segmentos consecutivos ou stripes que são escritos seqüencialmente através de cada um dos discos de um arranjo. Cada segmento tem um tamanho definido em blocos.
Por exemplo, sabendo que o tamanho de cada segmento está defindo em 64 kbytes, e o arranjo de discos contem 2 discos, quando um arquivo de 128 kbytes for gravado, os primeiros 64 kbytes serão gravados no primeiro disco, sendo que os últimos 64 kbytes irão para o segundo disco, e normalmente isso é feito em paralelo, aumentando consideravelmente a performance.
Um arranjo desse tipo pode oferecer uma melhor performance, quando comparada a um disco individual, se o tamanho de cada segmento for ajustado de acordo com a aplicação que utilizará o arranjo:
* Em um ambiente com uso intensivo de E/S ou em um ambiente de banco de dados onde múltiplas requisições concorrentes são feitas para pequenos registros de dados, um segmento de tamanho grande é preferencial. Se o tamanho de segmento para um disco é grande o suficiente para conter um registro inteiro, os discos do arranjo podem responder independentemente para as requisições simultâneas de dados. * Em um ambiente onde grandes registros de dados são armazenados, segmentos de pequeno tamanho são mais apropriados. Se um determinado registro de dados extende-se através de vários discos do arranjo, o conteúdo do registro pode ser lido em paralelo, aumentando o desempenho total do sistema.
Arranjos RAID-0 podem oferecer alta performance de escrita se comparados a verdadeiros níveis de RAID por não apresentarem sobrecarga[3] associada com cálculos de paridade ou com técnicas de recuperação de dados. Esta mesma falta de previsão para reconstrução de dados perdidos indica que esse tipo de arranjo deve ser restrito ao armazenamento de dados não críticos e combinado com eficientes programas de backup.
RAID-1
A forma mais simples de arranjo tolerante a falhas é o RAID-1. Baseado no conceito de espelhamento (mirroring), este arranjo consiste de vários grupos de dados armazenados em 2 ou mais dispositivos. Apesar de muitas implementações de RAID-1 envolverem dois grupos de dados (daí o termo espelho - mirror), três ou mais grupos podem ser criados se a alta confiabilidade for desejada.
Se ocorre uma falha em um disco de um arranjo RAID-1, leituras e gravações subseqüentes são direcionadas para o(s) disco(s) ainda em operação. Os dados então são reconstruídos em um disco de reposição (spare disk) usando dados do(s) disco(s) sobreviventes. O processo de reconstrução do espelho tem algum impacto sobre a performance de E/S do arranjo, pois todos os dados terão de ser lidos e copiados do(s) disco(s) intacto(s) para o disco de reposição (spare disk).
RAID-1 oferece alta disponibilidade de dados, porque no mínimo 2 grupos completos são armazenados. Conectando os discos primários e os discos espelhados em controladoras separadas, pode aumentar a tolerância a falhas pela eliminação da controladora como ponto único de falha.
Dentre os não híbridos, este nível tem o maior custo de armazenamento por requerer capacidade suficiente para armazenar no mínimo 2 grupos de dados. Este é melhor adaptado para servir pequenas base de dados ou sistemas de pequena escala que necessitem confiabilidade.
RAID-5

Para aumentar a performance de leitura de um arranjo RAID-5, o tamanho de cada segmento em que os dados são divididos pode ser otimizado para a aplicação que estiver usando o arranjo. A performance geral de um arranjo RAID-5 é equivalente ao de um RAID-4, exceto no caso de leituras seqüenciais, que reduzem a eficiência dos algoritmos de leitura por causa da distribuição das informações sobre paridade.
Como em outros arranjos baseados em paridade, a recuperação de dados em um arranjo RAID-5 é feita calculando a função XOR das informações dos discos restantes do arranjo. Pelo fato de que a informação sobre paridade é distribuída ao longo de todos os discos, a perda de qualquer disco reduz a disponibilidade de ambos os dados e informação sobre paridade, até a recuperação do disco que falhou. Isto pode causar degradação da performance de leitura e de escrita.

Hot swapping




Hot swap ou Hot swapping (A tradução literal é Troca quente) é a capacidade de retirar e de substituir componentes de uma máquina, normalmente um computador, enquanto está ligado (ou seja não é necessário reiniciar o computador).

A tecnologia hot-swap presente em disco rígido e em controladoras SCSI permite que a troca de um disco defeituoso possa ser feita com o sistema operativo em execução.

Os exemplos mais comuns são os dispositivos USB e FireWire tais como: mouse, teclado, impressoras e pen drive. Normalmente exige software do tipo "Ligar e Usar" (Plug-and-Play).

Os discos RAID são hot-swap, ou seja um disco com falha pode ser removido ou substituído sem perda de dados ou interrupções do servidor graças a controladora de hardware RAID e o carregador de disco. Com o hot-swap RAID, o sistema continua operando, enquanto o conteúdo do disco avariado é reconstruído em um disco sobressalente, usando informação redundante ou paridade.

Padrões SCSI

Existe uma grande variedade de padrões de dispositivos SCSI, sendo que estes inicialmente usavam interfaces paralelas. Alguns exemplos: SCSI-1 (barramento de 8 bits, clock de 5 MHz e taxa de transferência de 5 MB/s), Fast SCSI (barramento de 8 bits, clock de 10 MHz e taxa de transferência de 10 MB/s), Ultra SCSI (barramento de 8 bits, clock de 20 MHz e taxa de transferência de 20 MB/s), Ultra2 Wide SCSI (barramento de 16 bits, clock de 40 MHz e taxa de transferência de 80 MB/s) e Ultra-320 SCSI (barramento de 16 bits, clock de 80 MHz DDR e taxa de transferência de 320 MB/s).
SCSI é mais comumente usado em discos rígidos e unidades de fita, mas também pode ser conectado em uma grande gama de dispositivos, incluindo scanners e drivers de CD.
Posteriormente foram também criadas interfaces seriais, como a SSA (Serial Storage Architecture), com taxa de transferência de 40 MB/s e SAS (Serial Attached SCSI) de 300 MB/s, também chamado de SASCSI.

Sistemas Operativos para Servidores


Existe uma diversidade de sistemas operacionais, levando em consideração as

várias distribuições baseadas no Kernel5 Linux. Entretanto, nesta pesquisa, o foco foi em



alguns voltados para servidores, porém, de uma forma mais ampla, ou seja, sistemas

operacionais Windows desenvolvidos pela Microsoft, e os baseados no Linux,

desenvolvido por Linus Torvalds e mantido por uma grande comunidade. A primeira

explanação será sobre os sistemas operacionais Windows, os quais, dentre a família

Microsoft pode-se destacar:

Windows 2000 Server;
Windows Server 2003;
Windows Server 2008 R2;
Windows Server 2012.



Em especial a explanação será feita sobre o Windows Server 2012 por ser a

versão mais recente dos sistema operacional para servidores da Microsoft. Nesta versão,

lançada em Fevereiro de 2012, tem como uma de suas várias características a possibilidade

de criação de uma infraestrutura para nuvens, o recurso Dynamic Access Control em



que pode-se “aplicar a governança de dados em servidores de arquivos para controlar quem

pode acessar informações e para auditar quem as acessou”6, plataforma de servidor Web


para hospedagem permitindo o rápido escalonamento com sobrecarga mínima de

gerenciamento além das atualizações constantes de segurança disponibilizados pela

empresa desenvolvedora. Outra característica peculiar, implantada no Windows Server

desde sua versão 2000, é o Active Directory. “Estes componentes incluem a estrutura
lógica, estrutura física, armazenamento de dados, replicação e publicação de serviço”7.



Já a família de sistemas operacionais para servidores baseados no núcleo Linux

pode-se citar:

Mandriva Enterprise Server 5;
Ubuntu Server;

O Que é Um Disco? by Alfredo Araújo


Disco rígido ou disco duro, popularmente chamado também de HD (derivação de HDD do inglês hard disk drive) ou winchester (termo em desuso), "memória de massa" ou ainda de "memória secundária" é a parte do computador onde são armazenados os dados.O disco rígido é uma memória não-volátil, ou seja, as informações não são perdidas quando o computador é desligado, sendo considerado o principal meio de armazenamento de dados em massa. Por ser uma memória não-volátil, é um sistema necessário para se ter um meio de executar novamente programas e carregar arquivos contendo os dados inseridos anteriormente quando ligamos o computador. Nos sistemas operativos mais recentes, ele é também utilizado para expandir a memória RAM, através da gestão de memória virtual. Existem vários tipos de interfaces para discos rígidos diferentes: IDE/ATA, Serial ATA, SCSI, Fibre channel, SAS.








Funcionalidade da BIOS



                     O QUE É A BIOS???




BIOS, em computação Basic Input/Output System (Sistema Básico de Entrada/Saída). O termo é incorretamente conhecido como Basic Integrated Operating System (Sistema Operacional Básico Integrado) ou Built In Operating System (Sistema Operacional Interno). O BIOS é um programa de computador pré-gravado em memória permanente (firmware) executado por um computador quando ligado. Ele é responsável pelo suporte básico de acesso ao hardware, bem como por iniciar a carga do sistema operacional.




Entre outras funções o papel mais importante do BIOS é o carregamento do sistema operacional. Quando o computador é ligado e o microprocessador tenta executar sua primeira instrução, ele tem que obtê-la de algum lugar. Não é possível obter essa instrução do sistema operacional, pois esse se localiza no disco rígido, e o microprocessador não pode se comunicar com ele sem que algumas instruções o digam como fazê-lo. É o BIOS o responsável por fornecer essas instruções.




Alfredo Araújo

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