- Regressar ao início »
- Paulo Cunha »
- Discos Ópticos
Publicado por: Unknown
segunda-feira, 29 de julho de 2013
O armazenamento da informação em discos ópticos tornou-se uma solução generalizadamente aceite para o problema do crescimento dos arquivos. O desenvolvimento das aplicações de Gestão Documental e Multimédia com necessidade de grandes volumes ràpidamente acessíveis num suporte seguro, de grande capacidade e pequena dimensão, intermutável, transportável e de longa duração, elevou este meio à categoria dos essenciais.
De tal modo que nos últimos anos o mercado tem sido inundado com um sem numero de tecnologias e formatos. Para o comprador, a escolha pode ser um autêntico quebra-cabeças: Discos de 5,25” Magneto-Ópticos? Discos WORM de 12”? CD-Rs? Vários drives ou juke-boxes?
Cada tecnologia tem beneficios e desvantagens inerentes. A chave para decidir qual o meio correcto é a avaliação do tipo e das necessidades da aplicação.
Todos os grandes tipos de Discos Ópticos podem armazenar uma grande quantidade de dados num disco removível. Mas as semelhanças começam e terminam pràticamente aí!
Novas tecnologias e novos formatos de gravação parecem surgir a intervalos regulares. Os utilizadores que há pouco tempo ainda podiam fazer fácilmente uma selecção, são confrontados com especificações e reclames quase impossíveis de acreditar. Afirmação de tempos de acesso mais rápidos, taxa de transferência acrescida, menor dimensão física e “palavrões” como “split-optics”, “zone bit recording”, SCSI-2, não são na realidade de grande ajuda para aqueles que tentam “apenas” determinar qual é a tecnologia correcta de armazenamento para a sua aplicação! As especificações são dum modo geral apresentadas pelos fornecedores dum modo optimista e aquilo que interessa ao fim de cada dia são os resultados concretos num determinado ambiente de operação.
O cenário complica-se um pouco mais com a relativa falta de standards nesta industria; até porque os produtos que seguem standards não asseguram necessàriamente a intermutabilidade! Por exemplo, um disco óptico regravável seguindo um standard ANSI/ISO não funcionará necessàriamente em todas as unidades ANSI de leitura/gravação...
