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Discos Rigidos - Hugo Soares



Disco Rígidos


Disco rígido ou disco duro, popularmente chamado também de HD (derivação de HDD do inglês hard disk drive) ou winchester (termo em desuso), "memória de massa" ou ainda de "memória secundária" é a parte do computador onde são armazenados os dados.1 O disco rígido é uma memória não-volátil, ou seja, as informações não são perdidas quando o computador é desligado, sendo considerado o principal meio de armazenamento de dados em massa.2 Por ser uma memória não-volátil, é um sistema necessário para se ter um meio de executar novamente programas e carregar arquivos contendo os dados inseridos anteriormente quando ligamos o computador. Nos sistemas operativos mais recentes, ele é também utilizado para expandir a memória RAM, através da gestão de memória virtual. Existem vários tipos de interfaces para discos rígidos diferentes: IDE/ATA, Serial ATA, SCSI, Fibre channel, SAS.


Informado na CompraConsiderado pelo Sistema
1 GB0,93 GB
2 GB1,86 GB
3 GB2,79 GB
4 GB3,72 GB
5 GB4,65 GB
6 GB5,58 GB
7 GB6,51 GB
8 GB7,41 GB
9 GB8,38 GB
10 GB9,31 GB
15 GB13,97 GB
20 GB18,63 GB
30 GB27,94 GB
40 GB37,25 GB
50 GB46,56 GB
60 GB55,87 GB
70 GB65,19 GB
80 GB74,53 GB
100 GB93,13 GB
120 GB111,76 GB
160 GB149,01 GB
200 GB186,26 GB
250 GB232,83 GB
300 GB279,40 GB
400 GB372,53 GB
500 GB465,66 GB
640 GB596,17 GB
750 GB698,49 GB
1 TB931,32 GB
1.5 TB1.396,98 GB
2 TB1.862,64 GB
2.5 TB92.328,30 GB
3 TB2.793,96 GB

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DNS

DNS ( Domain Name System - Sistema de Nomes de Domínios ) é um sistema de gerenciamento de nomes hierárquico e distribuído operando segundo duas definições:
  • Examinar e atualizar seu banco de dados.
  • Resolver nomes de domínios em endereços de rede (IP).
O sistema de distribuição de nomes de domínio foi introduzido em 1984, e com ele, os nomes de hosts residentes em um banco de dados pode ser distribuído entre servidores múltiplos, diminuindo assim a carga em qualquer servidor que provê administração no sistema de nomeação de domínios. Ele baseia-se em nomes hierárquicos e permite a inscrição de vários dados digitados além do nome do host e seu IP. Em virtude do banco de dados de DNS ser distribuído, seu tamanho é ilimitado e o desempenho não degrada tanto quando se adiciona mais servidores nele. Este tipo de servidor usa como porta padrão a 53. A implementação do DNS-Berkeley, foi desenvolvido originalmente para o sistema operacional BSD UNIX 4.3.
A implementação do Servidor de DNS Microsoft se tornou parte do sistema operacional Windows NT na versão Server 4.0. O DNS passou a ser o serviço de resolução de nomes padrão a partir do Windows 2000 Server como a maioria das implementações de DNS teve suas raízes nas RFCs 882 e 883, e foi atualizado nas RFCs 1034 e 1035.
O servidor DNS traduz nomes para os endereços IP e endereços IP para nomes respectivos, e permitindo a localização de hosts em um domínio determinado. Num sistema livre o serviço é implementado pelo software BIND. Esse serviço geralmente se encontra localizado no servidor DNS primário.
O servidor DNS secundário é uma espécie de cópia de segurança do servidor DNS primário.
Existem 13 servidores DNS raiz no mundo todo e sem eles a Internet não funcionaria. Destes, dez estão localizados nos Estados Unidos da América, um na Ásia e dois na Europa. Para Aumentar a base instalada destes servidores, foram criadas réplicas localizadas por todo o mundo, inclusive no Brasil desde 2003.
Ou seja, os servidores de diretórios responsáveis por prover informações como nomes e endereços das máquinas são normalmente chamados servidores de nomes. Na Internet, os serviços de nomes usado é o DNS, que apresenta uma arquitetura cliente/servidor, podendo envolver vários servidores DNS na resposta a uma consulta.

Diferenças entre o IPv4 e o IPv6

Diferenças entre o IPv4 e o IPv6


IPv4IPv6
Os endereços têm 32 bits (4 bytes) de tamanho.Os endereços têm 128 bits (16 bytes) de tamanho.
Registros de endereço (A) no DNS mapeiam nomes de hosts para endereços IPv4.Registros de endereço (AAAA) no DNS mapeiam nomes de hosts para endereços IPv6.
Registros do tipo Pointer (PTR) no domínio IN-ADDR.ARPA DNS mapeiam endereços IPv4 addresses para nomes de hosts.Registros do tipo Pointer (PTR) no domínio IP6.ARPA DNS mapeiam endereços IPv6 para nomes de hosts.
IPSec é opcional e deverá ser suportado externamente.O suporte ao IPSec não é opcional.
O cabeçalho não identifica o fluxo de caminho ou tipo de tráfego para tratamento de QoS pelos roteadores.O cabeçalho contém o campo Flow Label,que identifica o caminho e associa datagramas que fazem parte da comunicação entre duas aplicações e o campo Traffic Class,que assinala a classe do serviço e permite tratamento de QoS pelo roteador.
Tanto os roteadores quanto o host de envio fragmentam os pacotes.Os roteadores não suportam a fragmentação de pacotes. O host de envio efetua a fragmentação de pacotes.
O cabeçalho inclui o Checksum,campo de verificação para o cabeçalho do datagrama.O cabeçalho não inclui o campo Checksum.
O cabeçalho incluí opções.Dados adicionais são suportados através de cabeçalhos de extensão.
ARP usa pedidos de broadcast ARP para resolver endereços IP para endereços MAC/Hardware.Utiliza mensagens Multicast Neighbor Solicitation para resolver os endereços IP para endereços MAC.
O Internet Group Management Protocol (IGMP) gerencia  os membros de grupos de subrede locais.As mensagens Multicast Listener Discovery (MLD) gerenciam os membros em grupos de subrede locais.
Endereços de Broadcast são usados para enviar tráfego a todo os nós de uma subrede.O IPv6 usa um escopo de endereço multicast link-local para todos os nós.
Pode ser configurado manualmente ou por DHCP.Não requer configuração manual ou DHCP.
Deve suportar um tamanho de pacote de 576-byte (possivelmente fragmentado).Deve suportar um tamanho de pacote de 1280-byte (sem fragmentação).

Sistema operativos servidor hugo soares

Sistemas operativos servidor

  • Tipos de Servidores:
Existem diversos tipos de servidores. Os mais conhecidos são:
  • Servidor de Fax: Servidor para transmissão e recepção automatizada de fax pela Internet, disponibilizando também a capacidade de enviar, receber e distribuir fax em todas as estações da rede.
  • Servidor de arquivos: Servidor que armazena arquivos de diversos usuários.
  • Servidor web: Servidor responsável pelo armazenamento de páginas de um determinado site, requisitados pelos clientes através debrowsers.
  • Servidor de e-mail: Servidor responsável pelo armazenamento, envio e recebimento de mensagens de correio eletrônico.
  • Servidor de impressão: Servidor responsável por controlar pedidos de impressão de arquivos dos diversos clientes.
  • Servidor de banco de dados: Servidor que possui e manipula informações contidas em um banco de dados
  • Servidor DNS: Servidores responsáveis pela conversão de endereços de sites em endereços IP e vice-versa.
  • Servidor proxy: Servidor que atua como um cache, armazenando páginas da internet recém-visitadas, aumentando a velocidade de carregamento destas páginas ao chamá-las novamente.[1]
  • Servidor de imagens: Tipo especial de servidor de banco de dados, especializado em armazenar imagens digitais.
  • Servidor FTP: Permite acesso de outros usuários a um disco rígido ou servidor. Esse tipo de servidor armazena arquivos para dar acesso a eles pela internet.
  • Servidor webmail: servidor para criar emails na web.
  • Servidor de virtualização: permite a criação de máquinas virtuais (servidores isolados no mesmo equipamento) mediante compartilhamento de hardware, significa que, aumentar a eficiência energética, sem prejudicar as aplicações e sem risco de conflitos de uma consolidação real.
  • Servidor de sistema operacional: permite compartilhar o sistema operacional de uma máquina com outras, interligadas na mesma rede, sem que essas precisem ter um sistema operacional instalado, nem mesmo um HD próprio.
Exemplos de sistemas operativos servidores
Windows 2000– Os vários tipos do Windows 2000 são Professional, Server, Advanced Server, Datacenter Server. Foi lançado a 17 de Fevereiro do ano 2000 , na altura precisava de um Pentium II 300 MHz , 64MB de RAM e 650MB livres no disco rígido .
Windows 2003- Os vários tipos de Windows 2003 são Standard, Enterprise, Datacenter, Web, Small Business Server . Lançado a 24 de Abril de 2003 , na altura precisava de um Pentium MMX ou de um AMD Athlon 350 MHz , precisava de 128MB de ram e de 1,5GB de espaço livre no disco rigido.
Windows Server 2008 R2 – Os vários tipos do Windows 2008 server são , Foundation, Standard, Enterprise, Datacenter, Web Server, HPC Server, Itanium-Based Systems . Foi Lançado a 22 Outubro 2009 . Precisava de um Dual Core 1.4 GHz , 512MB de RAM e 16GB de espaço livre no disco rigido .
Windows Multipoint server  - O conceito do Windows Multipoint Server é fácil. Ele utiliza a força excedente de um computador e a compartilha com vários usuários finais. Essa é a conhecida “computação compartilhada” também chamada às vezes de “áreas de trabalho virtuais”; isso é possível devido aos avanças na tecnologia. No passado, os PCs eram desenvolvidos de forma simples e usados individualmente. Os servidores tinham potência suficiente para lidar com as necessidades de computação de vários usuários em uma organização, mas precisavam de profissionais de TI habilidosos para sua execução. Isso está mudando.

Ubuntu Server

O Ubuntu server é uma versão do Ubuntu destinada a servidores, sem ambiente gráfico pré-instalado. O Ubuntu Server é recomendado para utilizadores com alguns conhecimentos de Linux. Os utilizadores menos experimentes deverão optar pelo Ubuntu normal, pelo Kubuntu ou pelo Xubuntu.
       Discos Oticos 

Funcionamento



Os discos ópticos para somente leitura são compostos de quatro camadas:
  • a primeira camada que contém o rótulo, podendo ser de papel ou impresso;
  • a segunda camada é feita de plástico e tem função protetora;
  • a terceira é uma camada reflexiva com superfície contendo a informação em altos e baixos relevos;
  • a quarta camada é de policarbonato.
Nos discos graváveis ou regraváveis são seis camadas:
  • o rótulo;
  • camada plástica protetora;
  • camada refletiva com relevo plano;
  • camada dielétrica para dissipar o calor do laser durante a gravação;
  • a camada gravável-regravável, transparente (contém pontos que ficam opacos com o laser, e/ou tornam a serem transparentes — nos discos regraváveis);
  • a camada final de policarbonato.
Na leitura um raio é disparado perpendicularmente ao disco, é refletido de volta para o leitor e as variações em alto e baixo relevo ou pontos transparentes ou opacos provocam variações na leitura, criando uma sequência de 0 e 1 que representa o sinal digital.
O tamanho padrão dos discos é de 12cm de diâmetro, 1,2 mm de espessura e um orifício central de 15mm de diâmetro.


Gerações de discos



Primeira geração[editar]

Os discos ópticos foram criado originalmente para conter registros codificados opticamente para armazenamento de dados. O formato Laserdisc foi o primeiro formato de armazenamento ótico disponível para o público, embora fosse majoritariamente analógico adquiriu algumas funções digitais com o passar do tempo. É o predecessor do CD.

Segunda geração[editar]

Os discos ópticos da segunda geração foram criados para suportar maior quantidade de dados e aumentar a qualidade digital de vídeos

Discos ópticos existentes[editar]


  • LD (Laserdisc)
  • CD (CD-Áudio ou CD-Digital Audio)
  • CD-Text
  • SACD (Super Áudio CD)
  • HDCD (High Definition Compatible Digital)
  • XRCD (eXtended Resolution CD)
  • XRCD2 (eXtended Resolution CD versão 2)
  • CD-R (CD Recordable)
  • Business card CD (PCD - Personal Compact Disk)
  • CD-RW (CD Rewritable)
  • DD-R (Double-Density Recordable)
  • DD-RW (Double-Density ReWritable)
  • CD-ROM (CD Read Only Memory)
  • CD-Vídeo 1.1 (VCD 1.1 - VideoCD 1.1 ou Compact Disc Vídeo 1.1)
  • CD-Vídeo 2.0 (VCD 2.0 - VideoCD 2.0 ou Compact Disc Vídeo 2.0)
  • CVD (China Video Disc)
  • SVCD (Super Vídeo CD, Super VCD, S-VCD)
  • DVD (DVD-Vídeo)
  • DVD-A (DVD-Áudio)
  • DVD-R (DVD Recordable)
  • DVD+R (DVD Recordable)
  • DVD+R DL (DVD Recordable Dual Layer)
  • DVD-RW (DVD ReWritable)
  • DVD+RW (DVD ReWritable)
  • DVD-RAM (DVD Random Access Memory)
  • DVD-ROM (DVD Read Only Memory)
  • MD (MiniDisc)
  • HD DVD (High Density DVD)
  • AOD (Advanced Optical Disk)
  • Blu-ray (Blu-ray Disc, BD)

Ecra tatíl hugo soares

Ecra Tatil


Uma tela sensível ao toque ou ecrã tátil (também conhecida pelo anglicismo touch screen, é um tipo de tela sensível à pressão, dispensando assim a necessidade de outro periférico de entrada de dados, como o teclado. Funciona também como filtro para as radiações do monitor e elimina a electricidade estática.
A película táctil pode ser activada com a pressão de um dedo ou de uma caneta de feltro (sem tinta). Este ecrã é ideal para jogos, para desenho no computador, ou outras actividades pedagógicas. São especialmente utilizados em PDA e em terminais bancários de distribuição de dinheiro.









 

Resistivo

Um ecrã táctil resistivo é composto de várias camadas. As mais importantes são dois finos metálicos electricamente condutivas e resistivas camadas separadas por finos espaços. Quando alguns retoques objeto deste tipo de painel táctil, as camadas estão conectados em um determinado ponto, o painel então eletricamente actos semelhantes aos divisores de tensão com duas saídas ligadas. Isto provoca uma mudança na corrente elétrica, que é registrada como um evento toque e enviada para o controlador de transformação.
Uma tela resistiva oferece entre 75% a 85% de precisão, e sempre necessitam ser calibradas, por causa do desgaste do material, o que acaba mudando a tensão de referência. São as telas mais baratas do mercado.

Capacitivo

Telas de toque Capacitiva Projetada consistem num sensor feito de uma rectícula de micro fios laminados entre duas camadas de vidro. Esse conjunto pode ser montado por trás de uma instalação, como por exemplo uma vitrine, incluindo até vidros de segurança até 18 mm.
Durante o toque, uma capacitância é formada entre o dedo e o sensor reticulado. A localização do toque é calculada em função da alteração das características elétricas no sensor.
A precisão deste tipo de tela é praticamente 100%, e é de alta durabilidade, mas não pode trabalhar em ambientes muito frios ou quentes.




Ecra multitáctil


Em computação, 'multi-toque' refere-se a uma superfície de detecção de toque (trackball ou touchscreen) a capacidade de reconhecer a presença de dois ou mais pontos de contato com a superfície . Esta consciência plural ponto é muitas vezes usado para implementar a funcionalidade avançada, como pitada de zoom ou ativar programas predefinidos. O conceito é implementado de diferentes formas, dependendo do fabricante e das características da interface, como o tamanho e o tipo. Tanto mesas quanto paredes de toque projetam uma imagem através de acrílico ou vidro. Quando um dedo ou outro objeto de interação toca a superfície, causando a dispersão da luz, a reflexão é capturada por sensores ou câmeras que enviam a informação para um software que determinará a resposta ao estímulo. Superfícies de toque também podem ser sensíveis ao toque através da utilização de malhas que flexionam diferentemente, dependendo do quão firme são pressionadas. Em contrapartida, tecnologias de mão como dispositivos móveis utilizam painéis que carregados eletricamente. Quando um dedo toca a tela há uma alteração no campo elétrico que estimula uma entrada de dado registrada do software.

RAID HUGO SOARES

ARMAZENAMENTO EM SERVIDORES

RAID

Redundant Array of Independent DisksOu em português "Matriz Redundante de Discos Independentes”. Basicamente o RAID envolve a combinação de duas ou mais unidades de discos juntas para melhorar o desempenho e a tolerância a falhas de um HD. A combinação de duas ou mais unidades juntas também oferece um melhor e maior tamanho de volume de dados e a aceleração de carregamento de arquivos. O RAID distribui os dados entre vários discos e considera esta matriz como um único disco.

O Sistema RAID funciona de várias maneiras, uma dessas é conhecida como “Níveis de RAID” que podem ser classificadas da seguinte forma:

RAID 0
Nesse tipo de recurso, os dados são divididos em pequenas partes (fragmentos) e são distribuídos pelo disco. Esse nível não oferece permissão para falhas, pois não existe redundância. Ou seja, uma falha em qualquer um dos discos rígidos pode causar perda de informações. Por essa razão, o RAID 0 é usado para melhorias da performance do computador.

RAID 1
É usado para gravar os dados para unidade, ou seja, se você possui 1 HD e coloca mais um no computador, ele trabalhará como uma cópia do primeiro (espelhamento). Esse HD passará a ser uma cópia praticamente idêntica do outro, pois dessa forma, se o HD primário apresentar qualquer falha, o outro pode imediatamente assumir a operação.
RAID 5
Este é talvez o mais popular tipo de RAID. Este tipo apresenta a remoção de RAID 0, bem como a correção de erro, resultando em uma combinação de excelente performance e tolerância a falhas. O RAID 5 aumenta a velocidade em gravações de arquivos pequenos, uma vez que não há um disco separado para a paridade. Porém como o dado de paridade tem que ser distribuído entre todos os discos instalados, durante o processo de leitura, o desempenho deverá ser um pouco mais lento que o RAID 4. Nesse tipo de RAID exige no mínimo três discos.

DISCOS RÁPIDOS: SCSI

Discos rígidos SCSI são usados principalmente em servidores, mas também em PCs de altíssimo desempenho, por exemplo os utilizados em digitalização de vídeo. Interfaces SCSI também podem controlar unidades de fita magnética, discos óticos, scanners e inúmeros outros dispositivos.


HOT-SWAP
Controladores Hot Swap permitem que placas e cartões de circuito eletrônico a ser inserido em painéis traseiros do sistema vivo, eliminando a necessidade de desligá-los para baixo. Sistemas de missão crítica, tais como servidores e equipamentos de comunicação, operar continuamente como placas estão ligados quentes em ou puxado para fora, ou para a manutenção do sistema ou para ajustar a capacidade de movimentação de carga. As funções básicas de um controlador de Hot Swap são o controle de corrente de entrada e isolamento de falhas. Quando placas estão conectados, o controlador de Hot Swap detecta energia em primeiro lugar, em seguida, rampas de capacitores da placa suavemente, evitando faíscas conector, falhas de fornecimento de chassi e sistema reinicia. 

História do disco rígido _ Hugo Soares

História do disco rígido

O primeiro disco rígido foi construído pela IBM em 1956, e foi lançado em 16 de Setembro de 1957. Era formado por 50 discos magnéticos contendo 50 000 setores, sendo que cada um suportava 100 caracteres alfanuméricos, totalizando uma capacidade de 5 megabytes, incrível para a época. Este primeiro disco rígido foi chamado de 305 RAMAC (Random Access Method of Accounting and Control) e tinha dimensões de 152,4 centímetros de comprimento, 172,72 centimetros de largura e 73,66 centímetros de altura.3
Em 1973 a IBM lançou o modelo 3340 Winchester, com dois pratos de 30 megabytes e tempo de acesso de 30 milissegundos. Assim criou-se o termo 30/30 Winchester (uma referência à espingarda Winchester 30/30), termo muito usado antigamente para designar HDs de qualquer espécie. Ainda no início da década de 1980, os discos rígidos eram muito caros e modelos de 10 megabytes custavam quase 2 mil dólares americanos, enquanto em 2009 compramos modelos de 1.5 terabyte por pouco mais de 100 dólares. Ainda no começo dos anos 80, a mesma IBM fez uso de uma versão pack de discos de 80 megabytes, usado nos sistemas IBM Virtual Machine. Os discos rigidos foram criados originalmente para serem usados em computadores em geral.
Mas no século XXI as aplicações para esse tipo de disco foram expandidas e agora são usados em câmeras filmadoras, ou camcorders nos Estados Unidos; tocadores de música como Ipod, mp3 player; PDAs; videogames, e até em celulares. Para exemplos em videogames temos o Xbox360 e o Playstation 3, lançados em 2005 e 2006 respectivamente, com esse diferencial, embora a Microsoft já tivesse lançado seu primeiro Xbox (em 2001) com disco rígido convencional embutido. Já para celular os primeiros a terem essa tecnologia foram os da Nokia e da Samsung.4 E também devemos lembrar que atualmente o disco rigido não é só interno, existem também os externos, que possibilitam o transporte de grandes quantidades de dados entre computadores sem a necessidade de rede.


Disco Rígidos _ Hugo Soares # 2

Como os dados são gravados e lidos


Os discos magnéticos de um disco rígido são recobertos por uma camada magnética extremamente fina. Na verdade, quanto mais fina for a camada de gravação, maior será sua sensibilidade, e conseqüentemente maior será a densidade de gravação permitida por ela. Poderemos, então, armazenar mais dados num disco do mesmo tamanho, criando HDs de maior capacidade. Os primeiros discos rígidos, assim como os discos usados no início da década de 80, utilizavam a mesma tecnologia de mídia magnética utilizada em disquetes, chamada coated media, que além de permitir uma baixa densidade de gravação, não é muito durável. Os discos atuais já utilizam mídia laminada (plated media), uma mídia mais densa, de qualidade muito superior, que permite a enorme capacidade de armazenamento dos discos modernos.
A cabeça de leitura e gravação de um disco rígido funciona como um eletroímã semelhante aos que estudamos nas aulas de ciências e física do colegial, sendo composta de uma bobina de fios que envolve um núcleo de ferro. A diferença é que, num disco rígido, este eletroímã é extremamente pequeno e preciso, a ponto de ser capaz de gravar trilhas medindo menos de um centésimo de milímetro de largura. Quando estão sendo gravados dados no disco, a cabeça utiliza seu campo magnético para organizar as moléculas de óxido de ferro da superfície de gravação, fazendo com que os pólos positivos das moléculas fiquem alinhados com o pólo negativo da cabeça e, conseqüentemente, com que os pólos negativos das moléculas fiquem alinhados com o pólo positivo da cabeça. Usamos, neste caso, a velha lei "os opostos se atraem". Como a cabeça de leitura e gravação do HD é um eletroímã, sua polaridade pode ser alternada constantemente. Com o disco girando continuamente, variando a polaridade da cabeça de gravação, variamos também a direção dos pólos positivos e negativos das moléculas da superfície magnética. De acordo com a direção dos pólos, temos um bit 1 ou 0 (sistema binário).
Para gravar as sequências de bits 1 e 0 que formam os dados, a polaridade da cabeça magnética é mudada alguns milhões de vezes por segundo, sempre seguindo ciclos bem determinados. Cada bit é formado no disco por uma seqüência de várias moléculas. Quanto maior for a densidade do disco, menos moléculas serão usadas para armazenar cada bit, e teremos um sinal magnético mais fraco. Precisamos, então, de uma cabeça magnética mais precisa. Quando é preciso ler os dados gravados, a cabeça de leitura capta o campo magnético gerado pelas moléculas alinhadas. A variação entre os sinais magnéticos positivos e negativos gera uma pequena corrente elétrica que caminha através dos fios da bobina. Quando o sinal chega à placa lógica do HD, ele é interpretado como uma seqüência de bits 1 e 0. Desse jeito, o processo de armazenamento de dados em discos magnéticos parece ser simples, e realmente era nos primeiros discos rígidos (como o 305 RAMAC da IBM), que eram construídos de maneira praticamente artesanal. Apesar de nos discos modernos terem sido incorporados vários aperfeiçoamentos, o processo básico continua sendo o mesmo.



Interior de um HD onde a cabeça de leitura arranhou o disco.


Discos Rígidos _ Hugo Soares # 1









Discos Rígidos







Disco rígido ou disco duro, popularmente chamado também de HD (derivação de HDD do inglês hard disk drive) ou winchester (termo em desuso), "memória de massa" ou ainda de "memória secundária" é a parte do computador onde são armazenados os dados.1 O disco rígido é uma memória não-volátil, ou seja, as informações não são perdidas quando o computador é desligado, sendo considerado o principal meio de armazenamento de dados em massa.2 Por ser uma memória não-volátil, é um sistema necessário para se ter um meio de executar novamente programas e carregar arquivos contendo os dados inseridos anteriormente quando ligamos o computador. Nos sistemas operativos mais recentes, ele é também utilizado para expandir a memória RAM, através da gestão de memória virtual. Existem vários tipos de interfaces para discos rígidos diferentes: IDE/ATA, Serial ATA, SCSI, Fibre channel, SAS.


Formatação do disco

A formatação de um disco magnético é realizada para que o sistema operacional seja capaz de gravar e ler dados no disco, criando assim estruturas que permitam gravar os dados de maneira organizada e recuperá-los mais tarde.6
Existem dois tipos de formatação, chamados de formatação física e formatação lógica. A formatação física é feita na fábrica ao final do processo de fabricação, que consiste em dividir o disco virgem em trilhas, setores, cilindros e isola os bad blocks (danos no HD). Estas marcações funcionam como as faixas de uma estrada, permitindo à cabeça de leitura saber em que parte do disco está, e onde ela deve gravar dados. A formatação física é feita apenas uma vez, e não pode ser desfeita ou refeita através de software. Porém, para que este disco possa ser reconhecido e utilizado pelo sistema operacional, é necessária uma nova formatação, chamada de formatação lógica. Ao contrário da formatação física, a formatação lógica não altera a estrutura física do disco rígido, e pode ser desfeita e refeita quantas vezes for preciso, através do comando Format do DOS, por exemplo. O processo de formatação é quase automático; basta executar o programa formatador que é fornecido junto com o sistema operacional.








Capacidade do disco rígido

A capacidade de um disco rígido atualmente disponível no mercado para uso doméstico/comercial varia de 10 a 3000 GB, assim como aqueles disponíveis para empresas, de mais de 3 TB. O HD evoluiu muito. O mais antigos possuíam 5 MB (aproximadamente 4 disquetes de 3 1/2 HD), sendo aumentada para 30 MB, em seguida para 500 MB (20 anos atrás), e 10 anos mais tarde, HDs de 1 a 3 GB. Em seguida lançou-se um HD de 10 GB e posteriormente um de 15 GB. Posteriormente, foi lançado no mercado um de 20 GB, até os atuais HDs dos mais variados tamanhos.
No entanto, as indústrias consideram 1 GB = 1000 * 1000 * 1000 bytes, pois no Sistema Internacional de Unidades(SI), que trabalha com potências de dez, o prefixo giga quer dizer *1000^3 ou *10^9 (bilhões), enquanto os sistemas operacionais consideram 1 GB = 1024 * 1024 * 1024 bytes, já que os computadores trabalham com potências de dois e 1024 é a potência de dois mais próxima de mil. Isto causa uma certa disparidade entre o tamanho informado na compra do HD e o tamanho considerado pelo Sistema Operacional, conforme mostrado na tabela abaixo. Além disso, outro fator que pode deixar a capacidade do disco menor do que o anunciado é a formatação de baixo nível (formatação física) com que o disco sai de fábrica.


Informado na CompraConsiderado pelo Sistema
1 GB0,93 GB
2 GB1,86 GB
3 GB2,79 GB
4 GB3,72 GB
5 GB4,65 GB
6 GB5,58 GB
7 GB6,51 GB
8 GB7,41 GB
9 GB8,38 GB
10 GB9,31 GB
15 GB13,97 GB
20 GB18,63 GB
30 GB27,94 GB
40 GB37,25 GB
50 GB46,56 GB
60 GB55,87 GB
70 GB65,19 GB
80 GB74,53 GB
100 GB93,13 GB
120 GB111,76 GB
160 GB149,01 GB
200 GB186,26 GB
250 GB232,83 GB
300 GB279,40 GB
400 GB372,53 GB
500 GB465,66 GB
640 GB596,17 GB
750 GB698,49 GB
1 TB931,32 GB
1.5 TB1.396,98 GB
2 TB1.862,64 GB
2.5 TB92.328,30 GB
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