Archive for 2013

                               O que é BIOS?

A palavra BIOS é um acrônimo para Basic Input/Output System ou Sistema Básico de Entrada e Saída. Trata-se de um mecanismo responsável por algumas atividades consideradas corriqueiras em um computador, mas que são de suma importância para o correto funcionamento de uma máquina. Se a BIOS para de funcionar, o PC também para.
 O que é BIOS?

Funcionamento

O Sistema Básico de Entrada e Saída é um aplicativo responsável pela execução da várias tarefas executadas do momento em que você liga o computador até o carregamento do sistema operacional instalado na máquina.
Ao iniciar o PC, a BIOS faz uma varredura para detectar e identificar todos os componentes de hardware conectados à máquina. Só depois de todo esse processo de identificação é que a BIOS passa o controle para o sistema operacional e o boot acontece de verdade.
O que é BIOS?














 

O que é o bios?

A palavra BIOS é um acrônimo para Basic Input/Output System ou Sistema Básico de Entrada e Saída. Trata-se de um mecanismo responsável por algumas atividades consideradas corriqueiras em um computador, mas que são de suma importância para o correto funcionamento de uma máquina.

Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/o-que-e/244-o-que-e-bios-.htm#ixzz2TMMMxfC2

TOUCHSREEN

A película táctil pode ser activada com a pressão de um dedo ou de uma caneta de feltro (sem tinta). Este ecrã é ideal para jogos, para desenho no computador, ou outras actividades pedagógicas. São especialmente utilizados em PDA e em terminais bancários de distribuição de dinheiro. 

RESISTIVO:

Um ecrã táctil resistivo é composto de várias camadas. As mais importantes são dois finos metálicos electricamente condutivas e resistivas camadas separadas por finos espaços. Quando alguns retoques objeto deste tipo de painel táctil, as camadas estão conectados em um determinado ponto, o painel então eletricamente actos semelhantes aos divisores de tensão com duas saídas ligadas. Isto provoca uma mudança na corrente elétrica, que é registrada como um evento toque e enviada para o controlador de transformação.

Uma tela resistiva oferece entre 75% a 85% de precisão, e sempre necessitam ser calibradas, por causa do desgaste do material, o que acaba mudando a tensão de referência. São as telas mais baratas do mercado.

CAPACITIVO:

Telas de toque Capacitiva Projetada consistem num sensor feito de uma rectícula de micro fios laminados entre duas camadas de vidro. Esse conjunto pode ser montado por trás de uma instalação, como por exemplo uma vitrine, incluindo até vidros de segurança até 18 mm.

Durante o toque, uma capacitância é formada entre o dedo e o sensor reticulado. A localização do toque é calculada em função da alteração das características elétricas no sensor.
A precisão deste tipo de tela é praticamente 100%, e é de alta durabilidade, mas não pode trabalhar em ambientes muito frios ou quentes.
ECRÃ MULTITÁTIL:
Um ecrã multitátil reconhece múltiplos pontos de interação simultâneos, frequentemente incluindo também a pressão de cada um independentemente, assim como a posição. Isso permite gestos e interação através de vários dedos ou mãos, aumentando a qualidade da utilização do ecrã, contribuindo para a manipulação direta através de gestos intuitivos. Dependendo do tamanho do ecrã, alguns dispositivos suportam mais de um utilizador no sistema simultaneamente. A técnica está presente desde 1982. com o trabalho pioneiro da Universidade de Toronto e Bell Labs.
                         O que é BIOS?
O que é BIOS?
A palavra BIOS é um acrônimo para Basic Input/Output System ou Sistema Básico de Entrada e Saída. Trata-se de um mecanismo responsável por algumas atividades consideradas corriqueiras em um computador, mas que são de suma importância para o correto funcionamento de uma máquina. Se a BIOS para de funcionar, o PC também para.

Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/o-que-e/244-o-que-e-bios-.htm#ixzz2TMIkOkk9

O que é o bios ?


  •  A palavra BIOS é um acrônimo para Basic Input/Output System ou Sistema Básico de Entrada e Saída. Trata-se de um mecanismo responsável por algumas atividades consideradas corriqueiras em um computador, mas que são de suma importância para o correto funcionamento de uma máquina.

O seu funcionamento?

 O Sistema Básico de Entrada e Saída é um aplicativo responsável pela execução das várias tarefas executadas do momento em que você liga o computador até o carregamento do sistema operacional instalado na máquina.

 Ao iniciar o PC, a BIOS faz uma varredura para detectar e identificar todos os componentes de hardware conectados à máquina. Só depois de todo esse processo de identificação é que a BIOS passa o controle para o sistema operacional e o boot acontece de verdade.


O que é BIOS?

Bios

BIOS
BIOS, em c Basic Input/Output System (Sistema Básico de Entrada/Saída). O termo é incorretamente conhecido como Basic Integrated Operating System (Sistema Operacional Básico Integrado) ou Built In Operating System (Sistema Operacional Interno). O BIOS é um programa de computador pré-gravado em memória permanente (firmware) executado por um computador quando ligado. Ele é responsável pelo suporte básico de acesso ao hardware, bem como por iniciar a carga do sistema operacional

Discos Rigidos - Hugo Soares



Disco Rígidos


Disco rígido ou disco duro, popularmente chamado também de HD (derivação de HDD do inglês hard disk drive) ou winchester (termo em desuso), "memória de massa" ou ainda de "memória secundária" é a parte do computador onde são armazenados os dados.1 O disco rígido é uma memória não-volátil, ou seja, as informações não são perdidas quando o computador é desligado, sendo considerado o principal meio de armazenamento de dados em massa.2 Por ser uma memória não-volátil, é um sistema necessário para se ter um meio de executar novamente programas e carregar arquivos contendo os dados inseridos anteriormente quando ligamos o computador. Nos sistemas operativos mais recentes, ele é também utilizado para expandir a memória RAM, através da gestão de memória virtual. Existem vários tipos de interfaces para discos rígidos diferentes: IDE/ATA, Serial ATA, SCSI, Fibre channel, SAS.


Informado na CompraConsiderado pelo Sistema
1 GB0,93 GB
2 GB1,86 GB
3 GB2,79 GB
4 GB3,72 GB
5 GB4,65 GB
6 GB5,58 GB
7 GB6,51 GB
8 GB7,41 GB
9 GB8,38 GB
10 GB9,31 GB
15 GB13,97 GB
20 GB18,63 GB
30 GB27,94 GB
40 GB37,25 GB
50 GB46,56 GB
60 GB55,87 GB
70 GB65,19 GB
80 GB74,53 GB
100 GB93,13 GB
120 GB111,76 GB
160 GB149,01 GB
200 GB186,26 GB
250 GB232,83 GB
300 GB279,40 GB
400 GB372,53 GB
500 GB465,66 GB
640 GB596,17 GB
750 GB698,49 GB
1 TB931,32 GB
1.5 TB1.396,98 GB
2 TB1.862,64 GB
2.5 TB92.328,30 GB
3 TB2.793,96 GB

Informado na CompraConsiderado pelo Sistema
1 GB0,93 GB
2 GB1,86 GB
3 GB2,79 GB
4 GB3,72 GB
5 GB4,65 GB
6 GB5,58 GB
7 GB6,51 GB
8 GB7,41 GB
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10 GB9,31 GB
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50 GB46,56 GB
60 GB55,87 GB
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100 GB93,13 GB
120 GB111,76 GB
160 GB149,01 GB
200 GB186,26 GB
250 GB232,83 GB
300 GB279,40 GB
400 GB372,53 GB
500 GB465,66 GB
640 GB596,17 GB
750 GB698,49 GB
1 TB931,32 GB
1.5 TB1.396,98 GB
2 TB1.862,64 GB
2.5 TB92.328,30 GB
3 TB2.793,96 GB
 Uma tela sensível ao toque ou ecrã tátil, também conhecida pelo touch screen, é um tipo de tela sensível à pressão, dispensando assim a necessidade de outro periferico de entrada de dados, como o teclado. Funciona também como filtro para as radiações do monitor e elimina a electricidade estatica
A película táctil pode ser activada com a pressão de um dedo ou de uma caneta de feltro (sem tinta). Este ecrã é ideal para jogos, para desenho no computador, ou outras actividades pedagógicas. São especialmente utilizados em PDA e em terminais bancários de distribuição de dinheiro.

O que significa arquitetura de rede?

Definição

Se nos baseamos em uma definição concreta, é um edifício funcional composto de equipamentos de transmissão, de softwares e protocolos de comunicação e de uma infra-estrutura filiar ou radioelétrica que permite a transmissão dos dados entre os diversos componentes. 

Topologia

Do ponto de vista topológico, pode ter a forma de uma estrela, de um segmento linear ou barramento, de um loop ou anel, de uma estrela (hierárquica) ou malha. 

ecran tactil

Uma tela sensível ao toque (português brasileiro) ou ecrã tátil (português europeu), também conhecida pelo anglicismo touch screen, é um tipo de tela sensível à pressão, dispensando assim a necessidade de outro periférico de entrada de dados, como o teclado. Funciona também como filtro para as radiações do monitor e elimina a electricidade estática.
A película táctil pode ser activada com a pressão de um dedo ou de uma caneta de feltro (sem tinta). Este ecrã é ideal para jogos, para desenho no computador, ou outras actividades pedagógicas. São especialmente utilizados em PDA e em terminais bancários de distribuição de dinheiro.

Diferenças entre o IPv4 e o IPv6Diferenças entre o IPv4 e o IPv6

IPv4IPv6
Os endereços têm 32 bits (4 bytes) de tamanho.Os endereços têm 128 bits (16 bytes) de tamanho.
Registros de endereço (A) no DNS mapeiam nomes de hosts para endereços IPv4.Registros de endereço (AAAA) no DNS mapeiam nomes de hosts para endereços IPv6.
Registros do tipo Pointer (PTR) no domínio IN-ADDR.ARPA DNS mapeiam endereços IPv4 addresses para nomes de hosts.Registros do tipo Pointer (PTR) no domínio IP6.ARPA DNS mapeiam endereços IPv6 para nomes de hosts.
IPSec é opcional e deverá ser suportado externamente.O suporte ao IPSec não é opcional.
O cabeçalho não identifica o fluxo de caminho ou tipo de tráfego para tratamento de QoS pelos roteadores.O cabeçalho contém o campo Flow Label,que identifica o caminho e associa datagramas que fazem parte da comunicação entre duas aplicações e o campo Traffic Class,que assinala a classe do serviço e permite tratamento de QoS pelo roteador.
Tanto os roteadores quanto o host de envio fragmentam os pacotes.Os roteadores não suportam a fragmentação de pacotes. O host de envio efetua a fragmentação de pacotes.
O cabeçalho inclui o Checksum,campo de verificação para o cabeçalho do datagrama.O cabeçalho não inclui o campo Checksum.
O cabeçalho incluí opções.Dados adicionais são suportados através de cabeçalhos de extensão.
ARP usa pedidos de broadcast ARP para resolver endereços IP para endereços MAC/Hardware.Utiliza mensagens Multicast Neighbor Solicitation para resolver os endereços IP para endereços MAC.
O Internet Group Management Protocol (IGMP) gerencia  os membros de grupos de subrede locais.As mensagens Multicast Listener Discovery (MLD) gerenciam os membros em grupos de subrede locais.
Endereços de Broadcast são usados para enviar tráfego a todo os nós de uma subrede.O IPv6 usa um escopo de endereço multicast link-local para todos os nós.
Pode ser configurado manualmente ou por DHCP.Não requer configuração manual ou DHCP.
Deve suportar um tamanho de pacote de 576-byte (possivelmente fragmentado).Deve suportar um tamanho de pacote de 1280-byte (sem fragmentação).

O que é Active Directory, topologia física e lógica

Introdução

Em um encontro de amigos, alguém perguntou: Você conhece Active Directory? A resposta foi rápida. Sim eu uso o ADUC “Active Directory Users and Computers” para gerenciar os objetos.
Após pensar um pouco nesta resposta, desenvolvi este artigo.
Pretendo com isto discutirmos o que é Active Directory, quais suas divisões físicas e lógicas, literalmente desmistificar todas as opções.
Logo, se você já trabalha com o Active Directory, Exchange, Lync ou qualquer outra ferramenta dependente do AD, invista em ler estes artigos, este artigo foi desenvolvido para você que tem dúvidas sobre Active Directory! Pensamos em desenvolver um material que pudesse ser apreciado do mais iniciante ao mais avançado em Active Directory, colocamos ou pelo menos tentamos, esboçar em conceitos bem simples a topologia lógica e física do Active Directory.
Nesta série de artigos abordaremos os seguintes tópicos:
  • AD, O que é Active Directory, Topologia Física e Lógica Parte1
  • AD, O que é Active Directory, ADDS, ADCS, ADFS, ADLDS, ADRMS Parte2
  • AD, O que é Active Directory, GC, FSMO e Virtualização Parte3
Esperamos que este material possa ser utilizado para pesquisa e para estudo dos exames da Microsoft e também para o dia a dia de trabalho. Uma boa leitura...

O que é um serviço de diretório

  1. O que é um serviço de diretório
  2. Por que usar o Active Directory?
  3. Domain Controller (DC) é Active Directory (AD)?
  4. Infraestrutura do Active Directory
  5. Estrutura Lógica do Active Directory
  6. Objetos
  7. Unidades Organizacionais
  8. Domínios
  9. Árvores de Domínio
  10. Floresta
  11. Estrutura Física do Active Directory
  12. Domain Controllers
  13. Sites

1. O que é um serviço de diretório

Um serviço de diretório pode se explicado com várias ilustrações, mas a ilustração que, em minha opinião, mais demonstra o verdadeiro sentido de um serviço de diretório é a figura de uma lista telefônica ou uma agenda pessoal.
JJ206711.8148C307A3C56A3EF7EC20439CF355C8(pt-br,TechNet.10).png
Em nossa agenda podemos organizar, dias, semanas, meses e até anos, passando por pessoas, nomes, sobrenomes, datas de aniversário, dados importantes dentre outros.
O serviço de diretório tem exatamente o mesmo sentido, o sentido de organizar e principalmente ter um local centralizado para a busca de informações necessárias no dia a dia, para nossos trabalhos.
Quando criamos um novo usuário, estamos utilizando o serviço de diretório, nesta base de dados (agenda), estamos guardando, nomes, sobrenomes, endereços, logins, senhas, grupos, ao qual o usuário pertence dentre outras tantas opções que podemos cadastrar, tudo isto ficará disponível dentro de uma base de dados, esta base de dados poderá ser utilizada pelos nossos servidores para vários trabalhos.
Vamos citar três soluções de serviço de diretório:
  • Open Ldap para Sistemas Open Source.
  • EDirectory para Sistemas Novell.
  • Active Directory para Sistemas Microsoft e com suporte para todos acima citados.
No mercado de hoje nossos negócios precisam ter informações rápidas, de fácil atualização, alta disponibilidade e principalmente muita segurança e o Active Directory pode nos oferecer todos estes atributos e muito mais...

2 - Por que usar o Active Directory?

O Active Directory assumiu o mercado de serviços de diretório pelo seu desempenho, segurança e principalmente disponibilidade, o Active Directory esta no mercado desde o lançamento do Windows 2000 Server, após o seu nascimento assumiu a liderança dos serviços de diretório, utilizando como base o LDAP e a comunicação através de replicação lançou vários atributos e principalmente ferramentas para facilitar o gerenciamento de informações nas empresas.
Hoje quando usamos um usuário para logar no domínio de nossa empresa, estamos utilizando um serviço de diretório e por consequência usando o Active Directory.
Abaixo temos uma figura para demonstrar todos os recursos que o Active Directory pode utilizar como serviço de diretório de sua empresa.
JJ206711.89C2A187B30AB03683A2BE7D00B06437(pt-br,TechNet.10).png

3 - Domain Controller (DC) é Active Directory (AD)?

Se perguntarmos a qualquer especialista ou Instrutor Microsoft (MCT), creio que esta deve ser a pergunta Top sem nenhuma chance de segunda colocada, pensando nisto desenhei a estrutura abaixo para podermos explicar esta informação.
Bem, antes de mais nada, não é a mesma coisa! Ok.
Nos tópicos anteriores comparamos o AD com uma agenda, o AD físicamente também tem um banco de dados, este banco é conhecido com NTDS.dit e esta localizado na pasta %SystemRoot%\NTDS\ntds.dit em uma instalação default do AD.
Este diretório chamado de NTDS apenas existirá nos servidores que tenham a função de Domain Controllers (DC’s). Neste diretório existirão os arquivos relacionados abaixo:
Durante o processo de instalação do Active Directory, são criados cinco arquivos:
Ntds.dit - Arquivo de banco de dados do AD
Edb.log - Arquivo onde são armazenados todas as transações feitas no AD.
Edb.chk - Arquivo de checkpoint controla transações no arquivo Edb.log já foram comitadas no arquivo Ntds.dit.
Res1.log - Arquivo de reserva assegura que alterações sejam gravadas na base(Ntds.dit) no caso de falta de espaço em disco.
Res2.log - Arquivo de reserva assegura que alterações sejam gravadas na base(Ntds.dit) no caso de falta de espaço em disco.
Bem, agora sabemos que a estrutura lógica do AD é gravada em uma base de dados física chamada de Ntds.dit, porém DC é AD?
Não é claro que não, no desenho abaixo demonstramos claramente a diferença entre AD (estrutura lógica do AD) e DC (Servidor que contém uma cópia do NTDS.dit do AD).
No desenho abaixo imaginemos uma construção, estamos construindo um grande salão de festas. Imaginem que nosso teto (retângulo azul) é nosso Active Directory, porém precisamos apoiar este teto em pilares (cilindros vermelhos), caso contrário nosso teto irá desabar, certo?
JJ206711.AF0D6F17E1133BE4A7C1AA175B5401E9(pt-br,TechNet.10).png
É isto mesmo, o Active Directory é a estrutura lógica (teto), e os DC’s são servidores fisicos (pilares), por isto a necessidade de termos muitos DC’s espalhados. Assim nosso AD mesmo na falha de um DC (pilar) ou vários DC’s ainda conseguirá responder as solicitações e pedidos de nossa infraestrutura.
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Isto só é possível pois cada servidor quando recebe a função de Domain Controller, herda a criação do diretório %SystemRoot%\NTDS\ e toda a estrutura comentada acima. Todos os dados criados originalmente são replicados para o novo DC criado.
Assim em um AD (domínio) com três DC’s como na figura abaixo, todos os Dc’s estão atualizados com todos os dados igualmente, isto recebe o nome de replicação do Active Directory.
JJ206711.23ACDAD7CBE607D28F4EA567217B4C95(pt-br,TechNet.10).png

4 - Infraestrutura de Active Directory

O Serviço de Diretório do AD é divido em duas estruturas a estrutura lógica e a estrutura física, o conhecimento pleno sobre a estrutura do AD é muito importante, principalmente quando maior for sua estrutura. Nestas explicações informaremos algumas ferramentas que podem auxiliar na verificação deste processo, vale lembrar que estamos focando as explicações no Active Directory do Windows Server 2008 R2, porém estas explicações poderão ser utilizadas em qualquer uma das versões de Active Directory, nos próximos artigos falaremos das evoluções para as futuras versões.

5 - Estrutura Lógica do Active Directory

Quando falamos de estrutura lógica do Active Directory, muitos termos são falados, a estrutura lógica do AD consiste em Objetos, Unidades Organizacionais, Domínio, Árvores de Domínio e Floresta.
Utilizamos a estrutura lógica do AD para podermos gerenciar os objetos dentro da organização.

6 – Objetos

São os componentes mais básicos da estrutura lógica e representam, usuários, computadores e impressoras. Outros objetos podem ser criados porém esta é uma discussão posterior.

7 – Unidades Organizacionais

Uma OU é um objeto de container, utilizado para organizar outros objetos. A organização pode ser feita de várias formas.
  • Geográfica – Onde as OU’s representam Estadas ou Cidades de sua estrutura física Exemplo: OU SP - OU RJ
  • Setorial – Onde as OU’s representam setores da estrutura física da empresa, por unidade de negócio. Exemplo: OU Administrativo – OU Produção
  • Departamental – Onde as OU’s representam setores da estrutura física da empresa por departamento. Exemplo: OU RH – OU DP – OU Caldeira
  • Híbrido – Modelo onde podemos interagir todos os modelos acima, na Figura abaixo temos um modelo disto.
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8 – Domínios

O domínio é a estrutura mais importante do Active Directory e tem 2 funções principais.
  • Fecham um limite administrativo para objetos. “Quem esta fora não entra, quem esta dentro não sai”, claro que esta regra pode sofrer alteração mediante permissões de entrada e saída, como relações de confiança.
  • Gerenciam a segurança de contas e recursos dentro do Active Directory
Vale lembrar que um domínio do Active Directory compartilham:
  • Mesmo banco de dados Ntds.dit com cada Domain Controller dentro deste domínio.
  • Diretivas de segurança.
  • Relações de Confiança com outros domínios.
Podemos representar o domínio do Active Directory pela forma geométrica de um triângulo.

9 – Árvores de Domínio

Quando precisamos criar um segundo domínio, na maioria das vezes por necessidades no processo de segurança temos o que chamamos de domínios filhos.
Quando temos um domínio pai com seus domínios filhos, chamamos de árvore de domínio, pois dividem o mesmo sufixo DNS, porém em distribuição hierárquica. Abaixo colocamos um exemplo para ilustrar nossa explicação.
Criamos o domínio livemotion.local (Figura esquerda abaixo), para podermos configurar diretivas de segurança, em um dado momento, precisamos criar um domínio novo, que tenha acesso aos recursos do domínio livemotion.local, porém tenha suas próprias necessidades de segurança (Figura direita abaixo).
JJ206711.D37F0A0DDA0B6BCCA7349A1A10268B84(pt-br,TechNet.10).png
Conforme as figuras acima, podemos ver que quando temos um domínio filho, imediatamente estamos vinculados a um domínio pai, e esta divisão hierárquica de nome chamamos de Árvore de Domínios.

10 – Floresta

O primeiro domínio de uma Floresta, chamamos de Root Domain, a Floresta receberá o nome deste domínio, a floresta pode ser feita de um único domínio com também estar dividida com várias árvores dentro da mesma floresta.
JJ206711.06595A6FD7BAEFA786FEE65F57318ACF(pt-br,TechNet.10).png

11 - Estrutura Física do Active Directory

Quando falamos de estrutura física do Active Directory, alguns termos são utilizados, a estrutura física do AD consiste em Domain Controllers e Sites.
A estrutura física do AD é totalmente independente da estrutura lógica do AD. A estrutura física é responsável por timizar o tráfego de rede e manter segurança em locais físicos distintos.

12 – Domain Controllers

Bem, neste momento precisamos aumentar o nível de nossa discussão sobre AD, no início deste artigo, focamos em explicar o funcionamento do AD, agora iremos mostrar como o Active Directory funciona nos DC’s.
Um Domain Controller ou DC tem a função de executar o Active Directory e também armazenar a base do Active Directory bem como Replicar esta base “alterações” com outros DC’s.
Quando falamos de Árvores de Domínio ou até mesmo Floresta, vale lembrar que um DC pode apenas suportar um único domínio.
Para criar uma disponibilidade do Active Directory podemos ter mais de um DC, sendo assim num exemplo de 2 Dc’s temos a base do Active Directory sendo replicada de forma perfeita entre os dois Dc’s.
A base do Active Directory o NTDS.dit é divido em partições, conforme a figura demonstrada abaixo:
JJ206711.8076806D14A5138054AC4DBF2A1E4EA5(pt-br,TechNet.10).png
Estas partições formam o arquivo NTDS.dit, este é replicado entre cada um dos DC’s de seu domínio, consequentemente o arquivo é replicado para cada DC, tendo todos os Dc’s sincronizados logo teremos um Active Directory saudável e que pode suprir a falha de um DC, sem afetar o serviço de diretório do domínio.

13 - Sites

Os Sites servem para organizar a latência de replicação de Dc’s dentro do mesmo site, bem como fazer com que os DC’s daquele determinado Site não utilizem o link de replicação de forma desnecessária.
Através da organização por sites do Active Directory, podemos limitar um deternimano grupo de computadores a estabelecer contato com sua Matriz, ou vice-versa apenas nos horários de menor fluxo, este conceito chamamos de agendamento de replicação.
Enfim os sites do AD são utilizados para fazer com que um determinado Range IP, mesmo que separados por distâncias físicas, possam propiciar acesso e resposta aos serviços de diretório e infraestrutura de forma organizada. Porém para que os dados dos DC’s sejam replicados continuamente ou em horários pré-agendados, precisamos configurar os Sites e as replicações, com isto mantemos todo nosso parque atualizado, mesmo trabalhando em grandes distâncias.
A replicação do Active Directory entre sites pode ser utilizando IP ou SMTP (para redes lentas).

Conclusão

Para concluir, gostaria de informar que este artigo foi desenvolvido para todos aqueles que tem dúvidas sobre o Active Directory, no Windows Server muitas mudanças foram efetuadas, mas o conceito absorvido neste artigo poderá ser levado para novas plataformas de Active Directory.
Revise cada tópico deste artigo, de topologia física a topologia lógica, este artigo foi escrito para você! Aguarde os outros artigos da série. 
paulo cunha

Discos Ópticos


O armazenamento  da informação em discos ópticos tornou-se uma solução generalizadamente aceite para o problema do crescimento dos arquivos.  O desenvolvimento das aplicações de Gestão Documental e Multimédia com necessidade de grandes volumes ràpidamente acessíveis num suporte seguro, de grande capacidade e pequena dimensão, intermutável, transportável e de longa duração, elevou este meio à categoria dos essenciais.
De tal modo que nos últimos anos o mercado tem sido inundado com um sem numero de tecnologias e formatos. Para o comprador, a escolha pode ser um autêntico quebra-cabeças: Discos de 5,25” Magneto-Ópticos?  Discos WORM de 12”?  CD-Rs? Vários drives ou juke-boxes?
Cada tecnologia tem beneficios e desvantagens inerentes. A chave para decidir qual o meio correcto é a avaliação do tipo e das necessidades da aplicação. 
Todos os grandes tipos de Discos Ópticos podem armazenar uma grande quantidade  de dados num disco removível. Mas as semelhanças começam e terminam pràticamente aí!
Novas tecnologias e novos formatos de gravação parecem surgir a intervalos regulares. Os utilizadores que há pouco tempo ainda podiam fazer fácilmente uma selecção, são confrontados com especificações e reclames quase impossíveis de acreditar.  Afirmação de tempos de acesso mais rápidos, taxa de transferência acrescida, menor dimensão física e “palavrões” como “split-optics”, “zone bit recording”, SCSI-2, não são na realidade de grande ajuda para aqueles que tentam “apenas” determinar qual é a tecnologia correcta de armazenamento para a sua aplicação! As especificações são dum modo geral apresentadas pelos fornecedores dum modo optimista e aquilo que interessa ao fim de cada dia são os resultados concretos num determinado ambiente de operação.
O cenário complica-se um pouco mais com a relativa falta de standards nesta industria; até porque os produtos que seguem standards não asseguram necessàriamente a intermutabilidade! Por exemplo, um disco óptico regravável seguindo um standard ANSI/ISO não funcionará necessàriamente em todas as unidades ANSI de leitura/gravação...
 

DNS

DNS ( Domain Name System - Sistema de Nomes de Domínios ) é um sistema de gerenciamento de nomes hierárquico e distribuído operando segundo duas definições:
  • Examinar e atualizar seu banco de dados.
  • Resolver nomes de domínios em endereços de rede (IP).
O sistema de distribuição de nomes de domínio foi introduzido em 1984, e com ele, os nomes de hosts residentes em um banco de dados pode ser distribuído entre servidores múltiplos, diminuindo assim a carga em qualquer servidor que provê administração no sistema de nomeação de domínios. Ele baseia-se em nomes hierárquicos e permite a inscrição de vários dados digitados além do nome do host e seu IP. Em virtude do banco de dados de DNS ser distribuído, seu tamanho é ilimitado e o desempenho não degrada tanto quando se adiciona mais servidores nele. Este tipo de servidor usa como porta padrão a 53. A implementação do DNS-Berkeley, foi desenvolvido originalmente para o sistema operacional BSD UNIX 4.3.
A implementação do Servidor de DNS Microsoft se tornou parte do sistema operacional Windows NT na versão Server 4.0. O DNS passou a ser o serviço de resolução de nomes padrão a partir do Windows 2000 Server como a maioria das implementações de DNS teve suas raízes nas RFCs 882 e 883, e foi atualizado nas RFCs 1034 e 1035.
O servidor DNS traduz nomes para os endereços IP e endereços IP para nomes respectivos, e permitindo a localização de hosts em um domínio determinado. Num sistema livre o serviço é implementado pelo software BIND. Esse serviço geralmente se encontra localizado no servidor DNS primário.
O servidor DNS secundário é uma espécie de cópia de segurança do servidor DNS primário.
Existem 13 servidores DNS raiz no mundo todo e sem eles a Internet não funcionaria. Destes, dez estão localizados nos Estados Unidos da América, um na Ásia e dois na Europa. Para Aumentar a base instalada destes servidores, foram criadas réplicas localizadas por todo o mundo, inclusive no Brasil desde 2003.
Ou seja, os servidores de diretórios responsáveis por prover informações como nomes e endereços das máquinas são normalmente chamados servidores de nomes. Na Internet, os serviços de nomes usado é o DNS, que apresenta uma arquitetura cliente/servidor, podendo envolver vários servidores DNS na resposta a uma consulta.

Diferenças entre o IPv4 e o IPv6

Diferenças entre o IPv4 e o IPv6


IPv4IPv6
Os endereços têm 32 bits (4 bytes) de tamanho.Os endereços têm 128 bits (16 bytes) de tamanho.
Registros de endereço (A) no DNS mapeiam nomes de hosts para endereços IPv4.Registros de endereço (AAAA) no DNS mapeiam nomes de hosts para endereços IPv6.
Registros do tipo Pointer (PTR) no domínio IN-ADDR.ARPA DNS mapeiam endereços IPv4 addresses para nomes de hosts.Registros do tipo Pointer (PTR) no domínio IP6.ARPA DNS mapeiam endereços IPv6 para nomes de hosts.
IPSec é opcional e deverá ser suportado externamente.O suporte ao IPSec não é opcional.
O cabeçalho não identifica o fluxo de caminho ou tipo de tráfego para tratamento de QoS pelos roteadores.O cabeçalho contém o campo Flow Label,que identifica o caminho e associa datagramas que fazem parte da comunicação entre duas aplicações e o campo Traffic Class,que assinala a classe do serviço e permite tratamento de QoS pelo roteador.
Tanto os roteadores quanto o host de envio fragmentam os pacotes.Os roteadores não suportam a fragmentação de pacotes. O host de envio efetua a fragmentação de pacotes.
O cabeçalho inclui o Checksum,campo de verificação para o cabeçalho do datagrama.O cabeçalho não inclui o campo Checksum.
O cabeçalho incluí opções.Dados adicionais são suportados através de cabeçalhos de extensão.
ARP usa pedidos de broadcast ARP para resolver endereços IP para endereços MAC/Hardware.Utiliza mensagens Multicast Neighbor Solicitation para resolver os endereços IP para endereços MAC.
O Internet Group Management Protocol (IGMP) gerencia  os membros de grupos de subrede locais.As mensagens Multicast Listener Discovery (MLD) gerenciam os membros em grupos de subrede locais.
Endereços de Broadcast são usados para enviar tráfego a todo os nós de uma subrede.O IPv6 usa um escopo de endereço multicast link-local para todos os nós.
Pode ser configurado manualmente ou por DHCP.Não requer configuração manual ou DHCP.
Deve suportar um tamanho de pacote de 576-byte (possivelmente fragmentado).Deve suportar um tamanho de pacote de 1280-byte (sem fragmentação).

Sistema operativos servidor hugo soares

Sistemas operativos servidor

  • Tipos de Servidores:
Existem diversos tipos de servidores. Os mais conhecidos são:
  • Servidor de Fax: Servidor para transmissão e recepção automatizada de fax pela Internet, disponibilizando também a capacidade de enviar, receber e distribuir fax em todas as estações da rede.
  • Servidor de arquivos: Servidor que armazena arquivos de diversos usuários.
  • Servidor web: Servidor responsável pelo armazenamento de páginas de um determinado site, requisitados pelos clientes através debrowsers.
  • Servidor de e-mail: Servidor responsável pelo armazenamento, envio e recebimento de mensagens de correio eletrônico.
  • Servidor de impressão: Servidor responsável por controlar pedidos de impressão de arquivos dos diversos clientes.
  • Servidor de banco de dados: Servidor que possui e manipula informações contidas em um banco de dados
  • Servidor DNS: Servidores responsáveis pela conversão de endereços de sites em endereços IP e vice-versa.
  • Servidor proxy: Servidor que atua como um cache, armazenando páginas da internet recém-visitadas, aumentando a velocidade de carregamento destas páginas ao chamá-las novamente.[1]
  • Servidor de imagens: Tipo especial de servidor de banco de dados, especializado em armazenar imagens digitais.
  • Servidor FTP: Permite acesso de outros usuários a um disco rígido ou servidor. Esse tipo de servidor armazena arquivos para dar acesso a eles pela internet.
  • Servidor webmail: servidor para criar emails na web.
  • Servidor de virtualização: permite a criação de máquinas virtuais (servidores isolados no mesmo equipamento) mediante compartilhamento de hardware, significa que, aumentar a eficiência energética, sem prejudicar as aplicações e sem risco de conflitos de uma consolidação real.
  • Servidor de sistema operacional: permite compartilhar o sistema operacional de uma máquina com outras, interligadas na mesma rede, sem que essas precisem ter um sistema operacional instalado, nem mesmo um HD próprio.
Exemplos de sistemas operativos servidores
Windows 2000– Os vários tipos do Windows 2000 são Professional, Server, Advanced Server, Datacenter Server. Foi lançado a 17 de Fevereiro do ano 2000 , na altura precisava de um Pentium II 300 MHz , 64MB de RAM e 650MB livres no disco rígido .
Windows 2003- Os vários tipos de Windows 2003 são Standard, Enterprise, Datacenter, Web, Small Business Server . Lançado a 24 de Abril de 2003 , na altura precisava de um Pentium MMX ou de um AMD Athlon 350 MHz , precisava de 128MB de ram e de 1,5GB de espaço livre no disco rigido.
Windows Server 2008 R2 – Os vários tipos do Windows 2008 server são , Foundation, Standard, Enterprise, Datacenter, Web Server, HPC Server, Itanium-Based Systems . Foi Lançado a 22 Outubro 2009 . Precisava de um Dual Core 1.4 GHz , 512MB de RAM e 16GB de espaço livre no disco rigido .
Windows Multipoint server  - O conceito do Windows Multipoint Server é fácil. Ele utiliza a força excedente de um computador e a compartilha com vários usuários finais. Essa é a conhecida “computação compartilhada” também chamada às vezes de “áreas de trabalho virtuais”; isso é possível devido aos avanças na tecnologia. No passado, os PCs eram desenvolvidos de forma simples e usados individualmente. Os servidores tinham potência suficiente para lidar com as necessidades de computação de vários usuários em uma organização, mas precisavam de profissionais de TI habilidosos para sua execução. Isso está mudando.

Ubuntu Server

O Ubuntu server é uma versão do Ubuntu destinada a servidores, sem ambiente gráfico pré-instalado. O Ubuntu Server é recomendado para utilizadores com alguns conhecimentos de Linux. Os utilizadores menos experimentes deverão optar pelo Ubuntu normal, pelo Kubuntu ou pelo Xubuntu.

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