Discos Oticos
Funcionamento
Os discos ópticos para somente leitura são compostos de quatro camadas:
- a primeira camada que contém o rótulo, podendo ser de papel ou impresso;
- a segunda camada é feita de plástico e tem função protetora;
- a terceira é uma camada reflexiva com superfície contendo a informação em altos e baixos relevos;
- a quarta camada é de policarbonato.
Nos discos graváveis ou regraváveis são seis camadas:
- o rótulo;
- camada plástica protetora;
- camada refletiva com relevo plano;
- camada dielétrica para dissipar o calor do laser durante a gravação;
- a camada gravável-regravável, transparente (contém pontos que ficam opacos com o laser, e/ou tornam a serem transparentes — nos discos regraváveis);
- a camada final de policarbonato.
Na leitura um raio é disparado perpendicularmente ao disco, é refletido de volta para o leitor e as variações em alto e baixo relevo ou pontos transparentes ou opacos provocam variações na leitura, criando uma sequência de 0 e 1 que representa o sinal digital.
O tamanho padrão dos discos é de 12cm de diâmetro, 1,2 mm de espessura e um orifício central de 15mm de diâmetro.
Gerações de discos
Primeira geração[editar]
Os discos ópticos foram criado originalmente para conter registros codificados opticamente para armazenamento de dados. O formato Laserdisc foi o primeiro formato de armazenamento ótico disponível para o público, embora fosse majoritariamente analógico adquiriu algumas funções digitais com o passar do tempo. É o predecessor do CD.
Segunda geração[editar]
Os discos ópticos da segunda geração foram criados para suportar maior quantidade de dados e aumentar a qualidade digital de vídeos
- Hi-MD
- DVD e derivados
- Super Audio CD
- Enhanced Versatile Disc
- GD-ROM
- Digital Multilayer Disk
- DataPlay
- Fluorescent Multilayer Disc
- Phase-change Dual
- Universal Media Disc
Discos ópticos existentes[editar]
- LD (Laserdisc)
- CD (CD-Áudio ou CD-Digital Audio)
- CD-Text
- SACD (Super Áudio CD)
- HDCD (High Definition Compatible Digital)
- XRCD (eXtended Resolution CD)
- XRCD2 (eXtended Resolution CD versão 2)
- CD-R (CD Recordable)
- Business card CD (PCD - Personal Compact Disk)
- CD-RW (CD Rewritable)
- DD-R (Double-Density Recordable)
- DD-RW (Double-Density ReWritable)
- CD-ROM (CD Read Only Memory)
- CD-Vídeo 1.1 (VCD 1.1 - VideoCD 1.1 ou Compact Disc Vídeo 1.1)
- CD-Vídeo 2.0 (VCD 2.0 - VideoCD 2.0 ou Compact Disc Vídeo 2.0)
- CVD (China Video Disc)
- SVCD (Super Vídeo CD, Super VCD, S-VCD)
- DVD (DVD-Vídeo)
- DVD-A (DVD-Áudio)
- DVD-R (DVD Recordable)
- DVD+R (DVD Recordable)
- DVD+R DL (DVD Recordable Dual Layer)
- DVD-RW (DVD ReWritable)
- DVD+RW (DVD ReWritable)
- DVD-RAM (DVD Random Access Memory)
- DVD-ROM (DVD Read Only Memory)
- MD (MiniDisc)
- HD DVD (High Density DVD)
- AOD (Advanced Optical Disk)
- Blu-ray (Blu-ray Disc, BD)
Ecra tatíl hugo soares
Ecra Tatil
Uma tela sensível ao toque ou ecrã tátil (também conhecida pelo anglicismo touch screen, é um tipo de tela sensível à pressão, dispensando assim a necessidade de outro periférico de entrada de dados, como o teclado. Funciona também como filtro para as radiações do monitor e elimina a electricidade estática.
A película táctil pode ser activada com a pressão de um dedo ou de uma caneta de feltro (sem tinta). Este ecrã é ideal para jogos, para desenho no computador, ou outras actividades pedagógicas. São especialmente utilizados em PDA e em terminais bancários de distribuição de dinheiro.
Resistivo
Um ecrã táctil resistivo é composto de várias camadas. As mais importantes são dois finos metálicos electricamente condutivas e resistivas camadas separadas por finos espaços. Quando alguns retoques objeto deste tipo de painel táctil, as camadas estão conectados em um determinado ponto, o painel então eletricamente actos semelhantes aos divisores de tensão com duas saídas ligadas. Isto provoca uma mudança na corrente elétrica, que é registrada como um evento toque e enviada para o controlador de transformação.Uma tela resistiva oferece entre 75% a 85% de precisão, e sempre necessitam ser calibradas, por causa do desgaste do material, o que acaba mudando a tensão de referência. São as telas mais baratas do mercado.
Capacitivo
Telas de toque Capacitiva Projetada consistem num sensor feito de uma rectícula de micro fios laminados entre duas camadas de vidro. Esse conjunto pode ser montado por trás de uma instalação, como por exemplo uma vitrine, incluindo até vidros de segurança até 18 mm.Durante o toque, uma capacitância é formada entre o dedo e o sensor reticulado. A localização do toque é calculada em função da alteração das características elétricas no sensor.
A precisão deste tipo de tela é praticamente 100%, e é de alta durabilidade, mas não pode trabalhar em ambientes muito frios ou quentes.
Ecra multitáctil
Em computação, 'multi-toque' refere-se a uma superfície de detecção de toque (trackball ou touchscreen) a capacidade de reconhecer a presença de dois ou mais pontos de contato com a superfície . Esta consciência plural ponto é muitas vezes usado para implementar a funcionalidade avançada, como pitada de zoom ou ativar programas predefinidos. O conceito é implementado de diferentes formas, dependendo do fabricante e das características da interface, como o tamanho e o tipo. Tanto mesas quanto paredes de toque projetam uma imagem através de acrílico ou vidro. Quando um dedo ou outro objeto de interação toca a superfície, causando a dispersão da luz, a reflexão é capturada por sensores ou câmeras que enviam a informação para um software que determinará a resposta ao estímulo. Superfícies de toque também podem ser sensíveis ao toque através da utilização de malhas que flexionam diferentemente, dependendo do quão firme são pressionadas. Em contrapartida, tecnologias de mão como dispositivos móveis utilizam painéis que carregados eletricamente. Quando um dedo toca a tela há uma alteração no campo elétrico que estimula uma entrada de dado registrada do software.
RAID HUGO SOARES
ARMAZENAMENTO EM SERVIDORES
RAID
Redundant Array of Independent Disks. Ou em português "Matriz Redundante de Discos Independentes”. Basicamente o RAID envolve a combinação de duas ou mais unidades de discos juntas para melhorar o desempenho e a tolerância a falhas de um HD. A combinação de duas ou mais unidades juntas também oferece um melhor e maior tamanho de volume de dados e a aceleração de carregamento de arquivos. O RAID distribui os dados entre vários discos e considera esta matriz como um único disco.
O Sistema RAID funciona de várias maneiras, uma dessas é conhecida como “Níveis de RAID” que podem ser classificadas da seguinte forma:
RAID 0
Nesse tipo de recurso, os dados são divididos em pequenas partes (fragmentos) e são distribuídos pelo disco. Esse nível não oferece permissão para falhas, pois não existe redundância. Ou seja, uma falha em qualquer um dos discos rígidos pode causar perda de informações. Por essa razão, o RAID 0 é usado para melhorias da performance do computador.
RAID 1
RAID 5
DISCOS RÁPIDOS: SCSI
HOT-SWAP
ARMAZENAMENTO EM SERVIDORES
ARMAZENAMENTO EM SERVIDORES
RAID
Redundant Array of Independent Disks. Ou em português "Matriz Redundante de Discos Independentes”. Basicamente o RAID envolve a combinação de duas ou mais unidades de discos juntas para melhorar o desempenho e a tolerância a falhas de um HD. A combinação de duas ou mais unidades juntas também oferece um melhor e maior tamanho de volume de dados e a aceleração de carregamento de arquivos. O RAID distribui os dados entre vários discos e considera esta matriz como um único disco.
O Sistema RAID funciona de várias maneiras, uma dessas é conhecida como “Níveis de RAID” que podem ser classificadas da seguinte forma:
RAID 0
Nesse tipo de recurso, os dados são divididos em pequenas partes (fragmentos) e são distribuídos pelo disco. Esse nível não oferece permissão para falhas, pois não existe redundância. Ou seja, uma falha em qualquer um dos discos rígidos pode causar perda de informações. Por essa razão, o RAID 0 é usado para melhorias da performance do computador.
RAID 1
RAID 5
DISCOS RÁPIDOS: SCSI
HOT-SWAP
Discos Rapidos- SCSI
SCSI
SCSI (pronuncia-se "scãzi"), sigla de Small Computer System Interface, é uma tecnologia que permite ao usuário conectar uma larga gama de periféricos, tais como discos rígidos, unidades CD-ROM, impressoras e scanners. Características físicas e elétricas de uma interface de entrada e saída (E/S) projetadas para se conectarem e se comunicarem com dispositivos periféricos são definidas pelo SCSI.
Padrões SCSI
Existe uma grande variedade de padrões de dispositivos SCSI, sendo que estes inicialmente usavam interfaces paralelas. Alguns exemplos: SCSI-1 (barramento de 8 bits, clock de 5 MHz e taxa de transferência de 5 MB/s), Fast SCSI (barramento de 8 bits, clock de 10 MHz e taxa de transferência de 10 MB/s), Ultra SCSI (barramento de 8 bits, clock de 20 MHz e taxa de transferência de 20 MB/s), Ultra2 Wide SCSI (barramento de 16 bits, clock de 40 MHz e taxa de transferência de 80 MB/s) e Ultra-320 SCSI (barramento de 16 bits, clock de 80 MHz DDR e taxa de transferência de 320 MB/s).
SCSI é mais comumente usado em discos rígidos e unidades de fita, mas também pode ser conectado em uma grande gama de dispositivos, incluindo scanners e drivers de CD.
Posteriormente foram também criadas interfaces seriais, como a SSA (Serial Storage Architecture), com taxa de transferência de 40 MB/s e SAS (Serial Attached SCSI) de 300 MB/s, também chamado de SASCSI
Funcionamento
Para que um dispositivo SCSI funcione em seu computador é necessário ter uma equipamento que realize a interface entre a máquina e o hardware SCSI. Essa interface é chamada de “Host Adapter”.
O máximo de conexões permitidas no padrão SCSI é de 15 dispositivos que são identificados por um código binário, chamado ID SCSI. Só é permitida a transmissão entre dois dispositivos de cada vez.
Trabalho Aramanezamento em Servidores
Quais as diferenças entre os níveis de RAID?
RAID 0
Segmentação (stripping) é um método de mapeamento de dados sobre o meio físico de um arranjo, que serve para criar um grande dispositivo de armazenamento. Os dados são subdivididos em segmentos consecutivos ou stripes que são escritos seqüencialmente através de cada um dos discos de um arranjo. Cada segmento tem um tamanho definido em blocos.
Por exemplo, sabendo que o tamanho de cada segmento está defindo em 64 kbytes, e o arranjo de discos contem 2 discos, quando um arquivo de 128 kbytes for gravado, os primeiros 64 kbytes serão gravados no primeiro disco, sendo que os últimos 64 kbytes irão para o segundo disco, e normalmente isso é feito em paralelo, aumentando consideravelmente a performance.
Um arranjo desse tipo pode oferecer uma melhor performance, quando comparada a um disco individual, se o tamanho de cada segmento for ajustado de acordo com a aplicação que utilizará o arranjo:
* Em um ambiente com uso intensivo de E/S ou em um ambiente de banco de dados onde múltiplas requisições concorrentes são feitas para pequenos registros de dados, um segmento de tamanho grande é preferencial. Se o tamanho de segmento para um disco é grande o suficiente para conter um registro inteiro, os discos do arranjo podem responder independentemente para as requisições simultâneas de dados. * Em um ambiente onde grandes registros de dados são armazenados, segmentos de pequeno tamanho são mais apropriados. Se um determinado registro de dados extende-se através de vários discos do arranjo, o conteúdo do registro pode ser lido em paralelo, aumentando o desempenho total do sistema.
Arranjos RAID-0 podem oferecer alta performance de escrita se comparados a verdadeiros níveis de RAID por não apresentarem sobrecarga[3] associada com cálculos de paridade ou com técnicas de recuperação de dados. Esta mesma falta de previsão para reconstrução de dados perdidos indica que esse tipo de arranjo deve ser restrito ao armazenamento de dados não críticos e combinado com eficientes programas de backup.
RAID-1
A forma mais simples de arranjo tolerante a falhas é o RAID-1. Baseado no conceito de espelhamento (mirroring), este arranjo consiste de vários grupos de dados armazenados em 2 ou mais dispositivos. Apesar de muitas implementações de RAID-1 envolverem dois grupos de dados (daí o termo espelho - mirror), três ou mais grupos podem ser criados se a alta confiabilidade for desejada.
Se ocorre uma falha em um disco de um arranjo RAID-1, leituras e gravações subseqüentes são direcionadas para o(s) disco(s) ainda em operação. Os dados então são reconstruídos em um disco de reposição (spare disk) usando dados do(s) disco(s) sobreviventes. O processo de reconstrução do espelho tem algum impacto sobre a performance de E/S do arranjo, pois todos os dados terão de ser lidos e copiados do(s) disco(s) intacto(s) para o disco de reposição (spare disk).
RAID-1 oferece alta disponibilidade de dados, porque no mínimo 2 grupos completos são armazenados. Conectando os discos primários e os discos espelhados em controladoras separadas, pode aumentar a tolerância a falhas pela eliminação da controladora como ponto único de falha.
Dentre os não híbridos, este nível tem o maior custo de armazenamento por requerer capacidade suficiente para armazenar no mínimo 2 grupos de dados. Este é melhor adaptado para servir pequenas base de dados ou sistemas de pequena escala que necessitem confiabilidade.
RAID-5
Para aumentar a performance de leitura de um arranjo RAID-5, o tamanho de cada segmento em que os dados são divididos pode ser otimizado para a aplicação que estiver usando o arranjo. A performance geral de um arranjo RAID-5 é equivalente ao de um RAID-4, exceto no caso de leituras seqüenciais, que reduzem a eficiência dos algoritmos de leitura por causa da distribuição das informações sobre paridade.
Como em outros arranjos baseados em paridade, a recuperação de dados em um arranjo RAID-5 é feita calculando a função XOR das informações dos discos restantes do arranjo. Pelo fato de que a informação sobre paridade é distribuída ao longo de todos os discos, a perda de qualquer disco reduz a disponibilidade de ambos os dados e informação sobre paridade, até a recuperação do disco que falhou. Isto pode causar degradação da performance de leitura e de escrita.
Hot swap ou Hot swapping (A tradução literal é Troca quente) é a capacidade de retirar e de substituir componentes de uma máquina, normalmente um computador, enquanto está ligado (ou seja não é necessário reiniciar o computador).
A tecnologia hot-swap presente em disco rígido e em controladoras SCSI permite que a troca de um disco defeituoso possa ser feita com o sistema operativo em execução.
Os exemplos mais comuns são os dispositivos USB e FireWire tais como: mouse, teclado, impressoras e pen drive. Normalmente exige software do tipo "Ligar e Usar" (Plug-and-Play).
Os discos RAID são hot-swap, ou seja um disco com falha pode ser removido ou substituído sem perda de dados ou interrupções do servidor graças a controladora de hardware RAID e o carregador de disco. Com o hot-swap RAID, o sistema continua operando, enquanto o conteúdo do disco avariado é reconstruído em um disco sobressalente, usando informação redundante ou paridade.
SCSI é mais comumente usado em discos rígidos e unidades de fita, mas também pode ser conectado em uma grande gama de dispositivos, incluindo scanners e drivers de CD.
Posteriormente foram também criadas interfaces seriais, como a SSA (Serial Storage Architecture), com taxa de transferência de 40 MB/s e SAS (Serial Attached SCSI) de 300 MB/s, também chamado de SASCSI.
RAID 0
Segmentação (stripping) é um método de mapeamento de dados sobre o meio físico de um arranjo, que serve para criar um grande dispositivo de armazenamento. Os dados são subdivididos em segmentos consecutivos ou stripes que são escritos seqüencialmente através de cada um dos discos de um arranjo. Cada segmento tem um tamanho definido em blocos.
Por exemplo, sabendo que o tamanho de cada segmento está defindo em 64 kbytes, e o arranjo de discos contem 2 discos, quando um arquivo de 128 kbytes for gravado, os primeiros 64 kbytes serão gravados no primeiro disco, sendo que os últimos 64 kbytes irão para o segundo disco, e normalmente isso é feito em paralelo, aumentando consideravelmente a performance.
Um arranjo desse tipo pode oferecer uma melhor performance, quando comparada a um disco individual, se o tamanho de cada segmento for ajustado de acordo com a aplicação que utilizará o arranjo:
* Em um ambiente com uso intensivo de E/S ou em um ambiente de banco de dados onde múltiplas requisições concorrentes são feitas para pequenos registros de dados, um segmento de tamanho grande é preferencial. Se o tamanho de segmento para um disco é grande o suficiente para conter um registro inteiro, os discos do arranjo podem responder independentemente para as requisições simultâneas de dados. * Em um ambiente onde grandes registros de dados são armazenados, segmentos de pequeno tamanho são mais apropriados. Se um determinado registro de dados extende-se através de vários discos do arranjo, o conteúdo do registro pode ser lido em paralelo, aumentando o desempenho total do sistema.
Arranjos RAID-0 podem oferecer alta performance de escrita se comparados a verdadeiros níveis de RAID por não apresentarem sobrecarga[3] associada com cálculos de paridade ou com técnicas de recuperação de dados. Esta mesma falta de previsão para reconstrução de dados perdidos indica que esse tipo de arranjo deve ser restrito ao armazenamento de dados não críticos e combinado com eficientes programas de backup.
RAID-1
A forma mais simples de arranjo tolerante a falhas é o RAID-1. Baseado no conceito de espelhamento (mirroring), este arranjo consiste de vários grupos de dados armazenados em 2 ou mais dispositivos. Apesar de muitas implementações de RAID-1 envolverem dois grupos de dados (daí o termo espelho - mirror), três ou mais grupos podem ser criados se a alta confiabilidade for desejada.
Se ocorre uma falha em um disco de um arranjo RAID-1, leituras e gravações subseqüentes são direcionadas para o(s) disco(s) ainda em operação. Os dados então são reconstruídos em um disco de reposição (spare disk) usando dados do(s) disco(s) sobreviventes. O processo de reconstrução do espelho tem algum impacto sobre a performance de E/S do arranjo, pois todos os dados terão de ser lidos e copiados do(s) disco(s) intacto(s) para o disco de reposição (spare disk).
RAID-1 oferece alta disponibilidade de dados, porque no mínimo 2 grupos completos são armazenados. Conectando os discos primários e os discos espelhados em controladoras separadas, pode aumentar a tolerância a falhas pela eliminação da controladora como ponto único de falha.
Dentre os não híbridos, este nível tem o maior custo de armazenamento por requerer capacidade suficiente para armazenar no mínimo 2 grupos de dados. Este é melhor adaptado para servir pequenas base de dados ou sistemas de pequena escala que necessitem confiabilidade.
RAID-5
Para aumentar a performance de leitura de um arranjo RAID-5, o tamanho de cada segmento em que os dados são divididos pode ser otimizado para a aplicação que estiver usando o arranjo. A performance geral de um arranjo RAID-5 é equivalente ao de um RAID-4, exceto no caso de leituras seqüenciais, que reduzem a eficiência dos algoritmos de leitura por causa da distribuição das informações sobre paridade.
Como em outros arranjos baseados em paridade, a recuperação de dados em um arranjo RAID-5 é feita calculando a função XOR das informações dos discos restantes do arranjo. Pelo fato de que a informação sobre paridade é distribuída ao longo de todos os discos, a perda de qualquer disco reduz a disponibilidade de ambos os dados e informação sobre paridade, até a recuperação do disco que falhou. Isto pode causar degradação da performance de leitura e de escrita.
Hot swapping
Hot swap ou Hot swapping (A tradução literal é Troca quente) é a capacidade de retirar e de substituir componentes de uma máquina, normalmente um computador, enquanto está ligado (ou seja não é necessário reiniciar o computador).
A tecnologia hot-swap presente em disco rígido e em controladoras SCSI permite que a troca de um disco defeituoso possa ser feita com o sistema operativo em execução.
Os exemplos mais comuns são os dispositivos USB e FireWire tais como: mouse, teclado, impressoras e pen drive. Normalmente exige software do tipo "Ligar e Usar" (Plug-and-Play).
Os discos RAID são hot-swap, ou seja um disco com falha pode ser removido ou substituído sem perda de dados ou interrupções do servidor graças a controladora de hardware RAID e o carregador de disco. Com o hot-swap RAID, o sistema continua operando, enquanto o conteúdo do disco avariado é reconstruído em um disco sobressalente, usando informação redundante ou paridade.
Padrões SCSI
Existe uma grande variedade de padrões de dispositivos SCSI, sendo que estes inicialmente usavam interfaces paralelas. Alguns exemplos: SCSI-1 (barramento de 8 bits, clock de 5 MHz e taxa de transferência de 5 MB/s), Fast SCSI (barramento de 8 bits, clock de 10 MHz e taxa de transferência de 10 MB/s), Ultra SCSI (barramento de 8 bits, clock de 20 MHz e taxa de transferência de 20 MB/s), Ultra2 Wide SCSI (barramento de 16 bits, clock de 40 MHz e taxa de transferência de 80 MB/s) e Ultra-320 SCSI (barramento de 16 bits, clock de 80 MHz DDR e taxa de transferência de 320 MB/s).SCSI é mais comumente usado em discos rígidos e unidades de fita, mas também pode ser conectado em uma grande gama de dispositivos, incluindo scanners e drivers de CD.
Posteriormente foram também criadas interfaces seriais, como a SSA (Serial Storage Architecture), com taxa de transferência de 40 MB/s e SAS (Serial Attached SCSI) de 300 MB/s, também chamado de SASCSI.
